Oficina de educação ambiental protege nascente em Camaquã-RS

Oficina de educação ambiental protege nascente em Camaquã-RS

18 de Julho de 2019

Oficina de proteção de nascentes envolveu 30 pessoas entre técnicos de extensão rural da EMATER/RS - ASCAR, empresa privada e produtores rurais. O evento aconteceu nos dias 26 e 27 de junho, na cidade de Camaquã, sendo uma das etapas do projeto desenvolvido pela TANAC/TANAGRO em parceria com o WWF-Brasil. O objetivo foi implantar a tecnologia socioambiental em uma das propriedades rurais trabalhadas pelo projeto, ao mesmo tempo em que garantiu à escola Rui Barbosa uma água limpa e de qualidade, além de capacitar os técnicos da EMATER/RS-ASCAR para implantação do sistema, multiplicando a tecnologia para outros produtores rurais.

Segundo o prefeito do Município de Camaquã, Ivo de Lima Ferreira, “o projeto é muito importante para a nossa comunidade. É um trabalho social que vai beneficiar nossa escola, os alunos, o funcionário público. A parceria é muito importante. Hoje vivemos em um país que atravessa uma crise e nosso município não é diferente. Esses projetos com parcerias se tornam muito mais fáceis de resolverem. A gente agradece a estas empresas que fizeram esta parceria com Camaquã para que as coisas aconteçam. Essa importância do projeto vai resolver o problema da água na escola com essa grande parceria EMATER/RS - ASCAR, WWF-Brasil e TANAC/TANAGRO. Desta forma começaremos a resolver os pequenos problemas da nossa população”.

Segundo o assistente técnico regional da EMATER/RS-ASCAR, Luís Bohn, “a proteção de nascentes é uma ação socioambiental, que prevê a questão social das famílias envolvidas, no caso um agricultor e escola comunitária, que terão acesso a uma água boa que a natureza nos disponibiliza de forma límpida. O que estamos fazendo é que esta coleta seja bem protegida, no sentido de manter esta pureza que vem da natureza e poder ser consumida na qualidade que um ser humano precisa. Sem que isso perturbe o espaço da natureza mesmo. Neste caso é uma nascente, logo teve uma área de preservação permanente. Então, realizamos uma intervenção de modo a reduzir os impactos, prevendo questões de engenharia, pois a área também terá enxurrada e deverá continuar vazando água para que o curso dágua se forme mais adiante e por questões de preservação do próprio meio ambiente com povoamento vegetativo. Por isso ela se torna socioambiental, porque preserva sem que perca a possibilidade de uso.”

 

Fonte: Diogo Versari e WWF Brasil.

 

Programa Rio Grande Rural:

https://www.youtube.com/watch?v=88zduLUBE3Y